Cinema

Nostalgia: Dumbo

Dumbo, um dos filmes mais clássicos e épicos produzido pela Disney, com sua estreia em 23 de outubro de 1941. Pode até parecer inacreditável, mais é o quarto longa-metragem de animação dos estúdios Disney, fazendo parte do catálogo de “clássicos” da Disney. Foi baseado em “Dumbo” da escritora Helen Aberson e do ilustrador Harold Pearl.

Filme Disney Dumbo
Fonte da imagem: Disney Wikia

O principal personagem é Jumbo Jr., um elefante que é cruelmente apelidado de Dumbo (em inglês, “estúpido“). Ele é ridicularizado porque, suas orelhas são muito grandes, mas descobre que pode voar utilizando-as como “asas”. Seu único amigo de verdade é um rato, chamado Timóteo — esse fato parodia o medo de elefantes a ratos (literalmente).

Acredite se quiser: O filme “Dumbo” foi produzido para recuperar as perdas financeiras de Fantasia. O mesmo possui 64 minutos de duração, sendo um dos filmes mais curtos produzidos pela Disney. O filme foi dirigido por Ben Sharpsteen, produzido por Walt Disney e escrito por Otto Englander, Joe Grant e Dick Huemer.

No filme, as cegonhas chegam, como todos os anos, ao circo para entregar os bebês às suas queridas mães. Sra. Jumbo, uma elefante, descobre que seu pequeno filhote, chamado Dumbo, possui orelhas enormes. Todos os seus colegas não param de rir de seu bebê, mas a Sra. Jumbo sempre o defendeu a ponto de enfrentar qualquer um.

Resenha Dumbo Disney
Fonte da imagem: Disney Wikia

Dumbo é ridicularizado por todos os seus pares, mas com a ajuda de um pequeno rato chamado Timóteo, Dumbo se torna um astro de circo.

Quando o filme começou a ser produzido no início de 1941, o diretor supervisor Ben Sharpsteen recebeu ordens para manter o filme simples e barato. Como resultado, Dumbo falta o detalhe pródiga dos três filmes de animação da Disney anteriores (Fantasia, Pinóquio e Branca de Neve e os Sete Anões): o design dos personagens são mais simples e os fundos são menos detalhadas. Eram levados elefantes e outros animais ao estúdio para que os animadores possam estudar seus movimentos.

Pintura de aquarela foi usado para processar os fundos. Dumbo e Branca de Neve são as duas únicas características clássicas da Disney para usar a técnica, que foi regularmente empregado para outros desenhos animados da Disney. Em outros filmes da Disney eram usados ​​tinta a óleo e guache. O filme Lilo & Stitch (2002) foi bastante influenciado por Dumbo, fazendo uso de fundos com aquarela.

Filme Disney Dumbo
Fonte da imagem: Disney Wikia

A simplicidade libertou os animadores de ser excessivamente preocupado com os detalhes e permitiu-lhes focar no elemento mais importante de animação dos personagens: a atuação.

Apesar do advento da Segunda Guerra Mundial, Dumbo ainda foi o mais bem sucedido financeiramente filme da Disney da década de 1940. Após o seu lançamento em 23 de outubro, Dumbo provou ser um milagre financeiro em comparação com outros filmes da Disney.

O filme custou apenas 950 mil dólares para ser produzido, sendo metade do custo da Branca de Neve, e menos de um terço do custo de Pinóquio, e certamente menos do que o caro Fantasia. Dumbo, eventualmente, arrecadou 1,6 milhões dólares americanos durante o seu lançamento original. O filme foi relançado nos cinemas em 1949, 1959, 1972 e 1976. No Brasil. foi lançado em 17 de novembro de 1941 e em Portugal foi lançado em 30 de novembro de 1942.

E você, o que acha de “Dumbo”? Compartilhe a sua opinião conosco! 🙂

Fonte: Disney Wiki
Imagem: OMG Facts

  • Pedro Gouvea

    Perfeita nostalgia! Show de bola.

Cinema
@tfxbrasil

Meu nome é Juan de Souza, tenho 17 anos de idade, sou o Fundador e CEO do TFX Startup, uma startup com serviços e projetos inovadores, com o foco no Brasil e em outros países da América.

Veja também outras matérias relacionadas a Cinema:

Crítica: Moana

Juan de Souza06/01/2017

Crítica: Rogue One – Uma História Star Wars

Juan de Souza17/12/2016

Curiosidade: As cenas reutilizadas da Disney

Juan de Souza18/10/2016

Crítica: Meu Amigo, o Dragão

Juan de Souza02/10/2016

Filmes que todo empreendedor deveria assistir no Netflix

Juan de Souza14/08/2016

Crítica: Esquadrão Suicida

Juan de Souza05/08/2016