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Review: Resident Evil 0 HD Remaster

Resident Evil 0 HD Remaster” traz de volta um dos títulos mais aclamados da série de terror da Capcom. Lançado para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC, o game tem gráficos renovados, novo modo de gameplay e a boa e tradicional jogabilidade de Resident Evil – que divide opiniões, literalmente. Confira nossa análise completa com os prós e contras de Resident Evil 0 HD Remaster.

Resident Evil - Remaster
Imagem/Reprodução: Capcom

Quando foi lançando em 2002, Resident Evil Zero mostrava os acontecimentos antes do primeiro game. Com isso, a história mostrava afundo como Rebeca foi parar no primeiro time que invadiu a mansão e até mesmo como Wesker traçava seus planos malignos contra tudo e todos. Com essa história, Resident Evil Zero torna-se um dos capítulos mais importantes para quem gosta de ir a fundo na trama, além de cobrir brechas dos primeiros capítulos. O título também é uma incrível viagem ao passado para aqueles que não tiveram a oportunidade de jogá-lo quando lançado.

O grande ponto alto da remasterização fica por conta do visual. Os cenários de Resident Evil Zero apresentam ainda mais detalhes (sim!), tornando-os até um pouco mais claros do que nas versões originais para os consoles. Além disso, os personagens receberam diversas melhorias interessante. Rebeca e Billy, por exemplo, possuem mais detalhes e quase não têm os famosos “serrilhados” ao redor do corpo. Também é possível notar suas expressões faciais e até mesmo um olhar mais preocupado em momentos mais tensos.

Resident Evil - Remaster
Imagem/Reprodução: Capcom

As criaturas também estão mais realistas (literalmente), mas ainda sofrem com problemas de estouro de polígonos. Dito isso, em muitos momentos o player as verá atravessando paredes, cômodos ou objetos para atacá-lo, chegando a ser engraçado. Para completar, as animações continuam as mesmas de 2002. Ou seja, como tudo evoluiu muito desde que foi lançado, as Cutscenes ficaram bem batidas e um tanto sem graça, mas nada demais.

Para os gamer mais antigos, que jogaram o título original, os comandos permanecem praticamente os mesmos. Sendo assim, é muito mais um trabalho de readaptação. Agora, os players novatos, que não tiveram a oportunidade de conhecer a versão original, há um trabalho maior para conduzir os personagens no princípio. Andar sempre movendo o direcional para cima é confuso e muda a cada nova passagem de tela, além de ser muito diferente dos tradicionais comandos dos títulos atuais.

Resident Evil - Remaster
Imagem/Reprodução: Capcom

Além disso, a forma com que você atira e utiliza os comandos de ataque também confundem o bastante. Os tradicionais gatilhos maiores dos controles não são utilizados, sendo necessário mirar e atirar com os menores mais o botão de ação. Entretanto, vale lembrar que, para a proposta de “Residente Evil Zero” com câmeras fixas nos cenários, esses comandos funcionam perfeitamente.

Os gráficos remasterizados chegam como novidade em Resident Evil Zero. Há também pequenos elementos que foram adicionados, e valem ser ressaltados. Entre eles, novos trajes e um modo completamente exclusivo. O “Wesker Mode” permite que o player siga a história no controle de “Albert Wesker“. Além disso, os mais diversos poderes implementados são a grande sacada da Capcom. Embora limitado, o modo é bem atraente para os fãs.

Nossa Opinião
  • Gráficos - 9.0/10
    9.0/10
  • Jogabilidade - 8.3/10
    8.3/10
  • Áudio - 8.5/10
    8.5/10
  • Diversão - 9/10
    9/10

Conclusão

Resident Evil Zero Remasterd é mais investida da Capcom para atrair novos gamers e criar um "clima nostálgico" nos fãs mais antigos. Os gráficos estão repaginados, com um modo inédito e os extras dão uma cara de novidade ao game. Ao manter a antiga jogabilidade, no entanto, muitos podem não se adaptar facilmente e acabar deixando o título de lado. De resto, é um excelente game!

8.7/10

Imagem: Teciber

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@tfxbrasil

Meu nome é Juan de Souza, tenho 17 anos de idade, sou o Fundador e CEO do TFX Startup, uma empresa com serviços e projetos inovadores, com o foco no Brasil e em outros países da América.

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